Queridos Queijobinhos,
já há muito se fala entre nós de termos algum espaço onde possamos continuar a saber uns dos outros, a deitar achas para a fogueira. Desde há algum tempo (anos) para cá, temos tido uma crescente dificuldade em estarmos simultaneamente num mesmo lugar. É progresso, é a diáspora, é a fuga de cérebros, é a fuga aos portugueses, é uma procura de ar livre; são muitas as razões que nos dispersaram para quadrantes díspares no lugar e no conteúdo.
Chegou o momento de fazermos algo para matar as coisas passadas e procurar novas formas para os laços que nos unem ou, dito com mais simplicidade, matar saudades.
O repto é também simples. Irmo-nos pondo a par uns dos outros com palavras e imagens dos nossos quotidianos ordinários e extraordinários.
Este é a partir de hoje o nosso espaço comum. Preenchamo-lo.
E pronto, depois deste pomposo paleio inaugural, há liberdade para avacalhar. Morte à censura de qualquer tipo. Juntos venceremos o poder sufocante e uniformizador dos sectores de vigilância das grandes superfícies. Eles podem ter ganho uma batalha, mas a guerra ainda é uma criança. Inocente, como se quer.
Amigos dos peitos, deixo-vos um abraço emocionado e espero pelas vossas movimentações.
Pedro
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